Rádio Fronteira Gaúcha

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quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Inscrições prorrogadas para o Festival Campo Afora - Santiago - RS



5º FESTIVAL CAMPO A FORA
Dia 11 de setembro de 2015
Santiago – RS



CAPÍTULO I – OBJETIVOS
Artigo 1º - O 5º Festival Campo a Fora, regulamentado por este instrumento, São seus objetivos:
a) Fomentar e incentivar a criatividade de compositores e intérpretes com letras e músicas ligadas à temática regionalista do Rio Grande do Sul;
b) Propiciar a revelação de novos talentos e facilitar a difusão de suas realizações artísticas;
c) Criar espaço para integração de artistas e pessoas ligadas à cultura musical sul rio-grandense;
d) Promover, através de atrações nativistas, tradicionalistas e culturais, a divulgação do município de Santiago;
e) Desenvolver na população em geral, o apreço pelas manifestações artísticas sul rio-grandenses;
CAPÍTULO II – ADMINISTRAÇÃO DO FESTIVAL
Art. 2º - A comissão é formada pelo piquete Campo a Fora;
Art. 3º- Compete à Comissão Organizadora do Festival Campo a Fora:
a) Contratar pessoal técnico a fim de atender à sua destinação específica para o desenvolvimento do evento;
b) Receber as inscrições para o festival; 
c) Fixar o preço do ingresso e outras taxas do evento;
CAPÍTULO III – INSCRIÇÕES
Art. 4º - Serão permitidas inscrições de qualquer compositor, desde que observadas as determinações do presente regulamento.
Art. 5º - O prazo para inscrições ao 5º Festival Campo a Fora se encerra no dia 23 de agosto de 2015, observando-se para tanto a data do envio pela internet.    
§ 1°: As inscrições deverão ser encaminhadas para o seguinte endereço:
  festivalcampoafora@gmail.com
Art. 6º - Não será cobrada nenhuma taxa de inscrição.
Art. 7º - O número de composições a serem inscritas será de até 05 (cinco), músicas. Poderão classificar-se no máximo 02 (duas) composições por autor, individual ou em parceria.
Art. 8º - As composições deverão ter caráter inédito, entendendo-se como tal os trabalhos que não tenham sido gravados, ou participado de difusão por qualquer sistema de áudio ou escuta pública, podendo ter participado de eventos deste gênero, desde que não premiadas.
Art. 9º - Após a inscrição de sua obra, o compositor fica condicionado a não divulgação pública da mesma até a data do evento, sob pena de desclassificação.
Art. 10º - Cada composição inscrita/concorrente deverá ser enviada com uma cópia em mp3, acompanhada de cópia digitada da letra (Word Office), além da Ficha de Inscrição devidamente preenchida.

Parágrafo primeiro: A qualidade da gravação não será avaliada na triagem com tanto rigor, dispensando assim o uso e algum gasto com estúdio, a comissão da triagem dará ênfase na gravação para a melodia e também como possivelmente a música será apresentada no dia do festival.
* Na gravação também não serão exigidos todos os instrumentos utilizados no dia da apresentação.
Art. 11º - O tempo de execução de composição não poderá exceder a 06 (seis) minutos.
Art. 12º - Serão permitidos, além de instrumentos musicais típicos do Rio Grande do Sul, todo e qualquer instrumento que o arranjador julgar necessário para melhor qualificação, desempenho e enriquecimento da obra classificada, sendo que o(s) autor (s) se responsabiliza(m) por sua introdução no palco.
Parágrafo único: A Comissão Organizadora não colocará qualquer instrumento musical no palco, exceto sonorização e iluminação profissional com equipe técnica.

CAPÍTULO IV – JULGAMENTO
Art. 13°: A comissão avaliadora será constituída por pessoas de comprovada capacidade técnica e de grande expressão no cenário da música e da cultura gaúcha, podendo haver eventuais substituições desses integrantes, a critério da Comissão Organizadora do festival.
PARÁGRAFO ÚNICO: Encerrada as inscrições, a Comissão Avaliadora, convidada pela Comissão Organizadora do 5º Campo a Fora, classificará 15 composições concorrentes.

CAPÍTULO V – DIA DO FESTIVAL
Art. 14º - O 5º Festival Campo a Fora será realizada no dia 11 de setembro de 2015 no CTG Coxilha de Ronda, Santiago-Rs, sendo que deverão subir ao palco as 15 composições concorrentes classificadas.

CAPÍTULO VI – APRESENTAÇÃO
Art. 15º - A relação das composições classificadas, data e ordem de apresentação no 5º Festival Campo a Fora, serão comunicados de forma individual aos seus autores nos dias 24 e 25 de agosto de 2015, bem como pelos meios de comunicação.
Art. 16º - As músicas concorrentes, somente poderão ser apresentadas por artistas trajando indumentária típica do Rio Grande do Sul.
Parágrafo único: Ficam proibidas as vestimentas e/ou adereços contendo caracteres publicitários e/ou de conotação política.
Art. 17º. Os conjuntos deverão ter no máximo 8 artistas intérpretes.
Art. 18º - Cada obra classificada deverá obedecer aos horários previamente estabelecidos para passagem de som e apresentação no palco, sob pena desclassificação.

CAPÍTULO VII – DA CLASSIFICAÇÃO E PREMIAÇÃO
Art. 19º O FESTIVAL CAMPO A FORA não oferece premiação em dinheiro, e sim uma ajuda de custo para cada música classificada no valor de R$500,00, pois visa à confraternização entre amigos, músicos, tradicionalistas e a população santiaguense, além de comemorar com música a semana farroupilha.

§ 1°: As composições vencedoras receberão premiação em troféu.
Art. 20º - Os destaques do 5º Festival Campo a Fora receberão a seguinte premiação:
PRIMEIRO LUGAR.
SEGUNDO LUGAR
TERCEIRO LUGAR
Melhor instrumentista
Melhor Intérprete
Melhor Letra
Melhor Melodia
Música mais popular
Parágrafo Único: A Música Mais Popular será eleita por votação do público através de aplausos, conforme o julgamento dos jurados.
CAPÍTULO VIII – DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 21º -Os concorrentes inscritos autorizam automaticamente a gravação de seu trabalho, sendo a mesma ao vivo.
Parágrafo único: As músicas finalistas estarão incluídas no CD do 5º Festival Campo a Fora, gravados ao vivo durante o evento.
Art. 22º - As Comissões Organizadoras e Avaliadoras serão inteiramente responsáveis e soberanas em suas decisões sendo estas irrecorríveis.
Art. 23º - Quaisquer omissões ou dúvidas quanto à interpretação deste regulamento serão examinadas e resolvidas soberanamente pela Comissão Organizadora.

COMISSÃO JULGADORA

Rodrigo Bauer
Alex Silveira
Jaerson Martins
Joaquim Eguilhor
Nirion Machado

COMISSÃO ORGANIZADORA:
P.T. Campo a Fora
INFORMAÇÕES:

FELIPE MACHADO (55) 99514867-facebook - Felipe Machado de Mattos


Ou pelo E-mail festivalcampoafora@gmail.com

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Entidades reunidas apoiam decisão da Secretaria da Agricultura e Pecuária no controle do Mormo


Exame é exigido desde junho desse ano - Foto: Gabriel Munhoz

Desfiles, rodeios e cavalgadas não estão suspensos

              Evitar a proliferação da doença do Mormo é uma necessidade e prioridade tanto da Secretaria da Agricultura e Pecuária quanto de entidades ligadas ao setor e que compreendem a importância da exigência da GTA e do exame de negativo do Mormo tanto para o trânsito quanto a participação de animais em eventos com aglomeração.
           
              Representantes de entidades como MTG, Farsul, Federação Gaúcha de Laço, Abccc e MAPA estiveram reunidos com o secretário da Agricultura e Pecuária Ernani Polo e com técnicos da Secretaria, para discutir a situação do Rio Grande do Sul.
           
             Desde o primeiro caso da doença, registrado em Rolante no mês de junho, em razão de uma normativa do Ministério da Agricultura, para conseguir a emissão da Guia de Transporte Animal – GTA – o produtor deve apresentar o exame de negativo para Mormo.
         
              A nova realidade causou dúvida sobre como proceder em eventos onde tradicionalmente há participação massiva de equinos.
           
             “Nós não estamos cancelando nem proibindo eventos como desfile farroupilha, rodeios e cavalgadas. Em função desse caso positivo de mormo passamos a exigir o exame negativo da doença por uma determinação de legislação federal e para que a doença não se espalhe, prevenindo assim tanto a saúde animal quanto pública, já que o mormo é uma doença fatal, sem cura e transmissível para seres humanos e em 100% dos casos leva a óbito”, explica o secretário Ernani Polo.

            Participaram da reunião o presidente da Farsul Carlos Sperotto, o presidente do MTG Manoelito Savaris, o vice-presidente Francisco Fleck, o presidente da Federação Gaúcha de Laço Cleber Vieira, representante do Ministério da Agricultura Bernardo Todeschini e Arlindo Emmel, representando a Comissão da Agricultura da Assembleia Legislativa.

                  O mormo

             Registrado pela primeira vez no Rio Grande do Sul, o mormo é uma bactéria que ataca equinos e seres humanos. A gravidade da enfermidade se dá por vários motivos. O primeiro é que não há vacina para combate-la. Uma vez diagnosticado o animal como positivo a única saída é seu sacrifício. Mais grave ainda é que ela pode ser transmitida para o ser humano e também não há cura, em 100% dos casos leva a morte. As principais implicações são febre, úlceras na mucosa nasal, descarga nasal purulenta ou sanguinolenta, abscessos nos linfonodos e dispneia.

                Situação atual no Estado

             Desde o primeiro caso em Rolante foram realizados cerca de 6 mil exames em todo o Rio Grande do Sul. Dos exames realizados, 11 deram positivo (suspeito) e foram encaminhadas novas coletas para contraprova no laboratório oficial do Ministério da Agricultura em Pernambuco e ainda não retornaram. As suspeitas foram registradas em diferentes regiões do estado como Litoral Norte, Fronteira Oeste e no Noroeste. Não havendo nenhum caso positivo no período de seis meses desde o primeiro foco, o Estado pode requerer ao Ministério da Agricultura retorno do status anterior de livre do mormo, sem mais ter a necessidade de exigir o exame, prazo esse que se encerra no início de dezembro.

                O que dizem as entidades:


Farsul

            “Esse é um tema que precisamos tratar com visão técnica. As posições colocadas por todos os organismos de defesa nos permitem recomendarmos que os animais não transitem sem a GTA, logo, que tenham o exame de negativo para a doença”.

Carlos Sperotto, presidente.


MTG

            “Nos somos a favor do cumprimento da legislação e sempre a favor da defesa animal, o que nesse momento só é possível com a exigência do exame”.

Manoelito  Savaris, presidente


ABCCC

            “Pelo que vimos a Secretaria está com a questão sob controle agindo da melhor forma possível.  Temos que disseminar essas atitudes legítimas e estimular que todos façam o exame para que não haja a disseminação da doença”.

Francisco Fleck, vice presidente




Federação Gaúcha de Laço

            “Nós estamos totalmente de acordo com a exigência do exame, e temos passado isso para todos os nossos 19 mil associados em todo o Estado. A situação é séria, todos precisam colaborar”.

Cléber Vieira, presidente


Como fazer o exame?
           
            No site www.agricultura.rs.gov.br, na direita da página onde está escrito Mormo, há uma lista com os laboratórios habilitados para realizar o exame e também uma lista de veterinários credenciados. O produtor pode também procurar um profissional de sua confiança. A coleta é feita na propriedade e encaminhada para um dos 19 laboratórios de todo o Brasil.


Qual valor?

         Conforme levantamento realizado essa semana, o valor cobrado na maioria dos laboratórios é R$ 45. Em alguns os clientes encontram variação de cinco reais, para mais ou para menos. Apenas em um dos laboratórios o preço era mais salgado: R$ 75 para veterinário e R$ 85 para proprietário.

Exames em lote

          O valor total do exame envolve três fatores: preço cobrado pelo laboratório, valor da consulta do veterinário e do sedex para fazer o envio. Quem tiver mais de um animal para participar de atividades, ou então tenho conhecidos que também precisam fazer o exame, pode fazer mais de um por vez.

Onde ficam os laboratórios?

         Os mais próximos ficam em São Paulo (e na maioria o valor não passa de R$ 55,00). Há também laboratórios em Pernambuco, Alagoas, Rio de Janeiro, Baia, Maranhão, Distrito Federal, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Piauí. No Rio Grande do Sul apenas um laboratório está em processo de liberação para que possa realizar o teste.

Fonte : http://www.agricultura.rs.gov.br/conteudo/7460/?Entidades_reunidas_apoiam_decis%C3%A3o_da_Secretaria_da_Agricultura_e_Pecu%C3%A1ria_no_controle_do_Mormo

quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Novidades para as transmissões das finais da raça na Expointer



Na Expointer do ano passado, a Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC) transmitiu pela internet, ao vivo, as finais da Raça Crioula. Em 2015, o trabalho vai se repetir, mas com novidades. Além da cobertura em tempo real, que começa com o Freio de Ouro, no dia 27 de agosto, até a final do Movimiento a La Rienda, no dia 6 de setembro, as etapas vão ser apresentadas pelo jornalista Guilherme Hamm e comentadas por diversos técnicos credenciados à ABCCC. Entrevistas durante a programação também são previstas. Mesmo quem não estiver no Parque Assis Brasil, em Esteio/RS, vai se sentir nas arquibancadas.

Semelhante ao comportamento adotado por alguns veículos de comunicação que têm apostado na estratégia de convidar ex-atletas e competidores a participarem dos seus programas como comentaristas, a ABCCC espera agregar informação técnica qualificada e diversificada às transmissões. Essa mediação visa garantir, também, que todos os públicos sejam atendidos. Ou seja, independente do grau de experiência e intimidade com as atividades da Raça ou não, o espectador vai ter as suas expectativas atendidas.

A interatividade também deve ser um dos grandes diferenciais deste ano. Afinal, a transmissão ao vivo não vai ser a única alternativa aos interessados em acompanhar as modalidades. Através das redes sociais da ABCCC – Facebook, Twitter e Instagram – e do aplicativo Cavalo Crioulo Online (disponível para iOS e Android), os internautas vão poder trocar informações e opiniões sobre o período mais importante para o calendário crioulista.

O apresentador

O jornalista Guilherme Hamm é o grande responsável em apresentar todo esse conteúdo ao público. Formado pela PUC-RS, foi repórter durante quase dois anos de um dos programas de mais audiência do Canal Rural, o “Cavalos Crioulos”. Como repórter da SporTV no Rio de Janeiro, cobriu a Copa do Mundo no Brasil.

Essa bagagem, que mesclou a paixão pelo esporte ao rigor técnico das provas, vai poder ser utilizada durante as transmissões comentadas feitas pelas ABCCC. "Acima de tudo, é mais informação para as pessoas. A imagem é o mais importante, mas sem a voz parece que falta alguma coisa", avalia Hamm. Agora, não falta mais.

A atmosfera do Freio de Ouro também é um diferencial e deve ser explorada por Guilherme Hamm para passar ao espectador toda a emoção que há durante as provas. "Já conversei com ginetes e o som da torcida, disseram eles, é diferente. O cavalo também sente todo o clima porque há uma pressão especial", comenta.

A paixão envolvida, semelhante ao que ocorre na Copa do Mundo de futebol, é outra questão importante para compreender a relevância do Freio de Ouro para a vida de milhares de pessoas. "Envolve o criador, o cabanheiro, milhares de famílias, o cavalo representa uma cidade inteira. Envolve até mais paixão do que a Copa", opina Hamm, que vivenciou e trabalhou durante todo o período em que o futebol foi o centro das atenções no mundo, ano passado.

Diante de toda a bagagem acumulada pelo jovem jornalista, ficam evidentes os critérios que o levaram a ser o escolhido para apresentar as transmissões das finais da Raça na Expointer. Engana-se, porém, quem acha que não vai existir nenhuma preparação para o evento. "Estou lendo muito os regulamentos e acompanhando provas, porque é uma honra e um grande desafio estar à frente das transmissões. Não vai ser a primeira vez que lido com a Raça Crioula, mas o frio na barriga sempre tem", conclui.


Redator: Pedro Henrique Krüger/Especial ABCCC
http://cavalocrioulo.org.br/noticias/detalhes/132342/novidades-para-as-transmissoes-das-finais-da-raca-na-expointer

Jornal A Platéia - Desfile de 20 de setembro está confirmado! E será internacional, segundo a organização



Livramento terá desfile no dia 20 de Setembro, data consagrada ao gaúcho.
A confirmação foi feita ontem, no início da noite, pelo presidente da Comissão Organizadora da Semana Farroupilha, Rui Francisco Ferreira Rodrigues. Com um adendo. Será um desfile internacional de cavaleiros, pois, ao contrário do que estava posto até então, a parada da gauchada descerá pela Avenida Sarandi até a Rua Faustino Carambula, exatamente uma quadra antes da praça principal de Rivera - a Praça General José Fructuoso Artigas.

Rodrigues disse que participou ontem à tarde de uma reunião com o intendente Marne Osório; o diretor de Cultura Alex Alves e o diretor de Trânsito Maurício Gonzales e o diretor de Desenvolvimento Giovani Conti.

“Obtivemos a garantia dos três, autoridades departamentais, que todos os veículos serão retirados. O percurso ficará absolutamente limpo para que os cavaleiros possam realizar sua apresentação” - garantiu Rodrigues.

Questionado sobre os riscos sanitários em função do caso de Mormo em Rolante e de suspeitas em municípios como Uruguaiana,  o presidente da Comissão Organizadora da Semana Farroupilha deixou claro que a preocupação com a sanidade está, sim, sempre presente, porém, não há incidência da zoonose aqui em Livramento ou em Rivera. “E o que existe é apenas uma suspeita. Em Rolante, por exemplo, o que houve foi um exame confirmando e outro negando” - afirma.

Sem proibições

Rui Rodrigues sustenta que não houve, nem de parte do MTG - Movimento Tradicionalista Gaúcho, sequer da Secretaria de Agricultura, qualquer ato no sentido de suspender o desfile. “Há a orientação para que sejam cumpridas as determinações, ou seja, as coletas de material e a realização dos exames” - refere. Destaca que em nível de organização da Semana Farroupilha o assunto já vem sendo discutido. “Não existe nenhum caso confirmado na região, há suspeitas que estão sendo investigadas. Sant’Ana do Livramento está fora desse panorama, pois não há sequer suspeita” - refere, destacando que não deverá haver problema sanitário de qualquer ordem.

Rodrigues acredita, porém, que deverá ocorrer uma redução - atualmente estimada em cerca de 30% (sobre o total de 8.031 contabilizados pelos organizadores em 2014) - no número de cavaleiros.
“Os preços dos exames, que constituem exigências até mesmo para a movimentação de cavalos farão com que muitos deixem de participar” - salienta, acrescentando que também peões do interior do município, até em função desse custo, também poderão deixar de vir participar do evento.

O presidente da Comissão Organizadora da Semana Farroupilha afirma que a situação gera, sim, uma série de preocupações. Inclusive, conforme ressalta, nesse sentido: de que a participação poderá ser reduzida.

Pelo menos até agora sem quaisquer proibições, o clima que antecipa as atividades da Semana Farroupilha já pode ser verificado em algumas localidades do município.
Há quem já tenha trazido cavalos para as cocheiras próximas ao perímetro urbano. Há também quem já esteja montando e circulando pelas vias públicas, a fim de habituar os animais, assim como outros para adelgaçar os equinos.



O QUE DIZ A DEFESA AGROPECUÁRIA

O médico veterinário Aurélio Maia Vieira, chefe da Inspetoria de Defesa Agropecuária da Secretaria de Estado da Agricultura, Pecuária e Agronegócios (IDA-Seapa) em Livramento confirma que não haverá fiscalização individualizada sobre a questão do mormo.  Primeiro, conforme ele, em função de não haver condições para isso e, obviamente, tampouco há disponibilidade de gente, de técnicos para essa prática. “Tudo o que nós estamos trazendo para o público está escrito. Todos os dados, as informações que recebemos, as orientações e os esclarecimentos, estamos repassando para os proprietários de animais, assim como também alertamos que existem sanções para o que houver descumprimento do que for orientado” - pontua. O fiscal estadual agropecuário também revelou, durante participação no programa Panorama Agropecuário, da RCC FM, que todas as diretrizes provêm do Ministério da Agricultura, o qual repassa-as para a Secretaria de Agricultura do Estado e dali para as IDAs nos municípios interioranos.



“Para tirar qualquer dúvida, essa enfermidade é uma realidade. Existe foco de mormo e suspeitos a serem confirmadas dentro de pouco tempo. Rolante é o foco índice, com total confirmação e direto do nível central, temos em Carazinho, Pelotas, Uruguaiana e Torres, aguardando resultados do laboratório de referência. Esses animais que apareceram com exame de triagem - de fixação de complemento, em laboratório de referência do Estado de São Paulo - com resultado positivo; com a exigência do exame negativo para Mormo para trânsito, todos os animais nessa condição precisam do exame” - explica. Segundo Vieira, quando o animal é positivo no primeiro exame de triagem, a propriedade é interditado, o animal é isolado e é feita uma nova coleta de material - desta vez pelo serviço veterinário oficial, a IDA - e encaminhado para o Lanagro (Laboratório Nacional Agropecuário), o laboratório de referência nacional, em Recife, Pernambuco, que é de propriedade do Ministério da Agricultura. “Ali serão realizadas novas provas, de triagem e confirmatória. O teste de triagem, no Lanagor, se der positivo o material é submetido ao teste de eastern brooting, que é o confirmatório” - confirma.

Por: Henrique Machado Bachio
http://www.aplateia.com.br/VisualizarNoticia/12264/desfile-de-20-de-setembro-esta-confirmado!-e-sera-internacional-segundo-a-organizacao.aspx

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Mercado da Raça Crioula está em alta

Atraídos pela rentabilidade do mercado, empresários e profissionais de diferentes áreas transformam os cavalos em ativos financeiros.



Empresário do ramo da administração de créditos tributários e da indústria do arroz, Claudio Curi, 53 anos, queria se aposentar há três anos, quando pensou em investir em imóveis para garantir uma renda futura. Antes de começar a comprar apartamentos, foi atraído por outro investimento: cavalos crioulos. Os mais de R$ 10 milhões que seriam aplicados em 15 apartamentos na Capital foram direcionados à compra de éguas e de cotas de campeões e descendentes da raça.

No primeiro leilão de sua cabanha, a Lagoa do Sol, no começo do mês, Curi faturou R$ 3,2 milhões com a venda de 38 lotes de coberturas, prenhezes e animais. Descontados os custos com o evento, um remate luxuoso na Casa NTX, uma das mais badaladas de Porto Alegre, o lucro do empresário foi de cerca de R$ 2,5 milhões. Se o investimento fosse feito em imóveis, o lucro em um ano não passaria de R$ 1,26 milhão — rendimento de 1% ao mês que ele calcula que receberia em aluguéis.

— Com vendas particulares e remate de menor porte, quero alcançar receita anual próxima de R$ 4 milhões, três vezes maior do que conseguiria no setor imobiliário — compara Curi, natural de Pelotas e com cabanha em Santa Vitória do Palmar.

Os ganhos do empresário podem ser quantificados em éguas como Fuzarca do Itapororó, mãe da campeã do Freio de Ouro do ano passado (Oraca do Itaporó). Comprado há quatro meses por R$ 750 mil, a fêmea teve dois embriões arrematados no leilão por R$ 380 mil cada.

— Só com a venda desses dois embriões já paguei a égua (hoje com 17 anos), que poderá gerar duas crias anuais, até os 23 anos — calcula Curi, que tem hoje 280 éguas em cria, de um total de 500 animais da raça.


Atraídos pela possibilidade real de rendimento, empresários e profissionais como médicos, advogados e engenheiros são responsáveis por boa parte da valorização do mercado de cavalos crioulos no país na última década — quase 600%.

— Os investimentos na raça estão se diversificando, não se limitando mais a criadores ou produtores rurais — destaca José Luiz Laitano, vice-presidente de Comunicação e Marketing da Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos (ABCCC).

Conforme Laitano, a rentabilidade do negócio é o principal atrativo, reforçado pela presença cada vez maior da raça no país. Hoje, dos 240 mil cavalos crioulos registrados no Brasil, 35% são criados fora do Rio Grande do Sul. Há pouco mais de 10 anos, o percentual da raça em outros Estados não passava de 5%.

— Os grandes investimentos estão atrelados à visibilidade da raça, que ganhou notoriedade nacional e internacional. Há potencial de expansão em todo o Brasil, com valorização ainda maior. Com certeza, estamos longe do teto — avalia Laitano.


terça-feira, 11 de agosto de 2015

Acordo cria regras para rodeios no RS



Um  Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) entre o Ministério Público, entidades tradicionalistas, secretaria da Agricultura e Conselho Regional de Medicina Veterinária estabelece regras para a realização de rodeios no Rio Grande do Sul. O documento, já assinado pelo Movimento Tradicionalista Gaúcho (MTB), proíbe provas durante a madrugada, exige locais adequados para manejo e alimentação dos animais e limita até o volume das caixas de som na cancha para "não ferir" a sensibilidade dos bichos. A multa para descumprimento é de R$ 1.000,00 por infração. Outra norma veda rodeios com mais de sete dias  nos meses de maio e novembro, por conta da vacinação contra a febre aftosa.

A maioria das regras apenas regulamenta o que já vem sendo praticado. No entanto, a proibição de provas durante a madrugada afeta, em cheio, rodeios como o de Vacaria e Gravataí, que em suas últimas edições, tiveram disputas noturnas, algumas, durante 24h. O termo já tem a adesão do MTG. O promotor Alexandre Saltz também convidou o presidente da Federação Gaúcha de Laço, Cléber Vieira, para assinar o TAC. Mas Vieira pediu prazo de 15 dias para examinar  as cláusulas, juntamente com a Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul).

O tradicionalismo ganha com acordos desse tipo. O termo válido para todo o estado evita, por exemplo, que um promotor, de forma isolada, peça a  interdição de um rodeio por maus tratos a animais.  Claro, desde que respeitadas as regras do documento. Decisões judiciais tem afetado provas desse tipo em todo país. Em maio, a justiça de Franca (SP) proibiu montarias em um rodeio realizado na cidade. Já em Corumbataí (SP), a decisão vedou uso de animais nas provas. Em Maringá (PR), foi proibido o uso de esporas. 

Veja os termos do acordo que está sendo proposto pelo MP no Rio Grande do Sul:

Cláusula Primeira: o compromissário orientará as entidades tradicionalistas, diretamente ou através das coordenadorias regionais, o cumprimento integral da legislação que regula a realização dos rodeios crioulos no Rio Grande do Sul, inclusive as seguintes obrigações junto à Inspetoria Veterinária e Zootécnica de cada Município:
a) Entregarem e manterem atualizadas a relação de todas as canchas de tiro de laço pertencentes ou utilizadas pelas entidades tradicionalistas filiadas ao MTG, com seus respectivos proprietários, local e responsável técnico pelas provas que acontecerão em cada uma delas;
b) Entregar e disponibilizar no site, a programação e calendário de rodeios de cada temporada (anual ou semestral), informando local e responsável, sem quebra de continuidade;
c) Não realizar eventos com duração maior que sete dias nos meses de maio e novembro, pois são os meses da Campanha Vacinal contra a Febre Aftosa no Estado do Rio Grande do Sul, em que ocorre um grande aumento de serviço da Inspetoria Veterinária;

Cláusula Segunda: o compromissário exigirá das entidades tradicionalistas ou por suas filiadas, diretamente ou através das coordenadorias regionais que cumpram o disposto no artigo 3º, inciso III e IV da Lei nº 10.519/02: os animais devem ser transportados em veículos apropriados e deve ser instalada infraestrutura que garanta a integridade física deles durante sua chegada, acomodação e alimentação; as pistas das competições e bretes devem ser cercada com material resistente e com piso de areia, terra ou grama.

Cláusula Terceira: as provas não deverão iniciar antes das 06 horas e devem terminar até às 24 horas, quando o rodeio for realizado em local afastado das áreas urbanizadas. Nos casos em que o rodeio seja realizado em área urbana, as provas devem obedecer o horário de 08 horas, para início, e 23 horas para o encerramento.

Cláusula Quarta: o compromissário exigirá das entidades tradicionalistas filiadas, diretamente ou através das coordenadorias regionais, as seguintes obrigações nos eventos envolvendo competições de Tiro de Laço:
a) Ter local adequado para descanso e alimentação dos animais e manejo da mangueira que impeça a mistura de animais cansados e descansados. Fica proibido que, ao término das provas campeiras do dia, os animais fiquem alojados nas mangueiras;
b) A fiscalização dos animais que chegam no local do rodeio, realizada pelas inspetorias veterinárias ou por veterinário contratado pelos organizadores, determinará as condições de desembarque, ou não, dos animais em cumprimento à legislação e às necessidades de garantir a sanidade do animal inclusive para fins previstos no artigo 32 da Lei nº 9.605/98;
c) Evitar volume em alta intensidade nas caixas de som colocadas na cancha do evento, de molde a não ferir a sensibilidade dos animais.

Cláusula Quinta: rodeios, provas de tiro de laço e demais eventos pecuários deverão ocorrer sob a responsabilidade técnica de médico veterinário devidamente habilitado na forma da Lei nº 5.517/68.

Cláusula Sexta: exigir do profissional, médico veterinário, responsável pelo evento, no início do mesmo, a comprovação de Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) devidamente preenchida e encaminhada ao Conselho Regional de Medicina Veterinária do Rio Grande do Sul (CRMV-RS), conforme Resolução CFMV nº 683/01.
Parágrafo único: a comprovação de responsabilidade técnica do médico veterinário dar-se-á pela apresentação da ART homologada no CRMV-RS, conforme Resolução CRMV nº 1041/03.

Cláusula Sétima: as obrigações previstas no presente Termo de Compromisso de Ajustamento de Conduta serão permanentemente fiscalizadas pelo Ministério Público, CRMV, SEAP e MTG.

Cláusula Oitava: o cumprimento das obrigações assumidas pelo Compromissário não o isenta da obtenção das necessárias autorizações administrativas e de satisfazer qualquer exigência prevista na legislação Federal, Estadual ou Municipal, tampouco cumprir qualquer imposição de ordem administrativa que diga com a atividade que exerce.

Cláusula Nona: o descumprimento do previsto nas cláusulas anteriores fará incidir ao Compromissário multa no valor de R$ 1.000,00 (mil reais) por infração constatada, multa essa que, acaso incidente, será revertida ao Fundo Estadual de Meio Ambiente. Em caso de reincidência, além da multa, acarretará a possibilidade de imediata interdição das atividades das competições, rodeios ou eventos promovidos por estas entidades.

Cláusula Décima: este Termo de Ajustamento de Conduta possui eficácia de título executivo extrajudicial, conforme art. 5º, §6º, da Lei nº 7.347/85 e art. 585, inc. VII, do Código de Processo Civil, e será submetido à homologação pelo Conselho Superior do Ministério Público após o devido cumprimento.

Cláusula Décima Primeira: este Termo de Ajustamento de Conduta atinge unicamente o MTG, as suas 30 (trinta) coordenadorias regionais e as entidades tradicionalistas filiadas.
Parágrafo único: as exigências constantes no presente TAC poderão ser utilizados como referência para eventos similares realizados por outras portunamente informado aos compromitentes.

Fonte : http://g1.globo.com/rio-grande-do-sul/blog/reporter-farroupilha/1.html

sábado, 8 de agosto de 2015

DEFINIDAS AS CANÇÕES PARA O 7º CANTO FARROUPILHA - Alegrete


A comissão julgadora formada pelos artistas Élton Saldanha, Adair de Freitas, Luiz Cardoso, Moacir D’Ávila Severo e Lisandro Amaral definiu na noite desta sexta-feira (8) as 18 músicas participantes do 7º Canto Farroupilha. O evento organizado pela Secretaria de Turismo, Esporte e Lazer da Prefeitura do Alegrete acontece no CTG Farroupilha nos dias 4, 5 e 6 de setembro.

Prefeito Erasmo Silva, secretário Rafael Souza, diretora Cristina Aurélio e componentes da comissão julgadora

Com apoio de toda a equipe da Setur, a audição de 420 canções estendeu-se por 12 horas. O prefeito Erasmo Silva cumprimentou a comissão durante a manhã: “ficamos honrados em ter um grupo tão qualificado contribuindo para o crescimento do nosso canto”, assegura.

O secretário Rafael Faraco Souza coordenou o trabalho e percebe a contínua qualificação dos participantes. “Estamos alcançando o patamar dos maiores festivais nativistas, com inscrições aumentando ano após ano e atraindo os nomes mais representativos da nossa cultura”, relata.



Trabalho da comissão julgadora

As 18 músicas classificadas para o Canto Farroupilha são:

FASE LOCAL

1 – Chacreiro

Gênero: vaneira

Letra: Passarinho Teixeira Nunes

Música: Beto Vilaverde e Cristiano Fantinel

2 – Guri do Inhanduí

Gênero: chamarra

Letra e música: Marquito Ferreira da Costa

3 – A ronda

Gênero: chamamé

Letra: Maximiliano Alves de Moraes

Música: Marquito Ferreira da Costa e Cristiano Fantinel

4 – Na poeira do tempo

Gênero: chamarra

Letra: Giba Trindade

Música: Patrícia Pereira Pedroso

5 – No posto da estância antiga

Gênero: milonga

Letra e música: Derlimar da Costa

6 – Pelas lembranças

Gênero: chamamé

Letra: Gederson Fernandes e Ramão Missioneiro

Música: Joaquim Nunes Brasil



FASE ESTADUAL

7 – A morada do tempo

Gênero: milonga

Letra e música: Volmir Coelho

Cidade: Santana do Livramento

8 – Linda lua

Gênero: milonga

Letra: Mário Amaral

Música: Clóvis de Souza

Cidade: Capão da Canoa/Santana do Livramento

9 – A última carreira

Gênero: rasguido doble

Letra: Paulo Ozório Lemes e Leonardo Borges

Música: Róbson Garcia

Cidade: Santana do Livramento

10 – Cuando sali de mi pueblo

Gênero: rasguido doble

Letra: Martim César Gonçalves

Música: Miguel Dario Diaz e Héctor Muñoz

Cidade: Jaguarão/La Plata (Argentina)

11 – Buscando a volta

Gênero: milonga

Letra: Thiago Souza

Música: Duca Duarte

Cidade: Alegrete/Porto Alegre

12 – Depois de sujeito

Gênero: rasguido

Letra: Paulo Ozório Lemes

Música: Geovani Boazan Silveira

Cidade: Santana do Livramento

13 – De penas e canha

Gênero: rasguido

Letra: Giovani Dôdo Gonzalez

Música: Raineri Sporh

Cidade: Santana do Livramento/Dom Pedrito

14 – Pra ser guerreiro no pampa

Gênero: milongão

Letra: Luciano Rosalino

Música: Volmir Coelho

Cidade: Santa Maria/Santana do Livramento

15 – A rodada do Benício Domador

Gênero: milonga

Letra: Maximiliano Alves de Moraes

Música: Cícero Fontoura

Cidade: Alegrete/Santa Maria

16 – Carumaninha mimosa

Gênero: milonga

Letra: Leonardo Borges e Diego Muller

Música: Cristiano Cesarino

Cidade: Santana do Livramento/Canoas

17 – Si señor…yo soy chamamacero

Gênero: chamamé

Letra: Rodrigo Jacques

Música: Jari Terres

Cidade: Pelotas/São Gabriel

18 – Milonga boca da noite

Gênero: milonga

Letra: Flávio Saldanha

Música: Cléber Soares

Cidade: Uruguaiana

 FOTOS: Andressa Benites
Fonte : http://alegretetudo.com.br/definidas-as-cancoes-para-o-7o-canto-farroupilha/

sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Freio de Ouro : Campeão do Freio de Ouro 2014 vai tentar o bicampeonato


Pela segunda vez, depois das mudanças no regulamento da Associação Brasileira de Criadores de Cavalos Crioulos, os vencedores da edição anterior terão o direito de defender o título conquistado no ciclo passado. Para este ano, o Freio de Ouro dos machos, Destaque da Maior, da parceria das cabanhas Villa Verde, de Jaraguá do Sul/SC, Colunas da Serra, de Joinvile/SC, SJ, de São Lourenço do Sul/RS e Herança Infinita, de Joinville/SC, vai voltar para a pista para buscar um novo título. 


Conforme Décio Bogo, um dos proprietários de Destaque da Maior, o cavalo já vinha treinando e mantendo a forma mesmo antes da decisão de inscrevê-lo para tentar o bi-campeonato. Durante o ano que passou, realizou 110 coberturas de éguas, todas por meio de inseminação artificial. "O cavalo está muito bem. É um cavalo novo e não sentiu nada. Ainda estamos na empolgação da vitória do ano passado", declara.


Bogo afirma também que Destaque da Maior se manteve no centro de treinamentos do treinador Guto Freire. Na opinião do criador, o cavalo teve uma evolução na sua performance, o que pode credenciar o conjunto para o inédito bicampeonato na raça Crioula. "Ele está mais bem preparado do que nos outros anos. Virou um cavalo adulto. O Guto tem bastante esperança e acha que até melhorou em alguns movimentos. A nossa intenção é disputar o título", reforça.


Já a vencedora das Fêmeas, Jotace Tranca, da cabanha Jotace, de Barra do Quaraí/RS não irá defender o título conquistado no ciclo de 2014. A final do Freio de Ouro ocorre de 26 a 30 de agosto no Parque de Exposições Assis Brasil, em Esteio/RS, durante a 38ª edição da Expointer.


Redator: Nestor Tipa Júnior/AgroEffective 

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Lançamento em Alegrete !


Cavalos do desfile Farroupilha devem usar tornozeleiras


Para evitar a disseminação de uma bactéria que atinge os cavalos, a Secretaria da Agricultura estuda a adoção de uma tornozeleira com lacre para identificar os animais que fizeram o teste e estão isentos da doença.

Há menos de dois meses foi registrado o primeiro caso de “mormo” no Rio Grande do Sul. Um cavalo apresentou sintomas da doença no município de Rolante.

Desde então, fiscais da Secretaria da Agricultura têm realizado reuniões frequentes com criadores e promotores de eventos para alertar sobre os riscos da disseminação dessa doença infectocontagiosa.

A bactéria Burkholderia mallei conhecida como mormo, acomete normalmente os equinos, que têm de ser sacrificados. É uma zoonose transmitida por secreção nasal, saliva, urina e fezes. Atinge a corrente sanguínea e dissemina para outros órgãos. Pode ser contraída por outros animais como cães, gatos, alguns ruminantes e até pelo ser humano, podendo levar à morte. Tratadores, veterinários e trabalhadores de laboratórios estão mais sujeitos à contaminação. Não existe um tratamento eficaz. Um animal tratado pode tornar-se portador assintomático, e continuar disseminando a doença sem apresentar sinais clínicos. Por isso, é recomendado sacrificar e cremar o animal.

A Secretaria está preocupada com a proximidade de eventos como Expointer, neste mês, e Semana Farroupilha, em setembro, onde há uma aglomeração muito grande de animais por todos os municípios gaúchos.

O órgão estadual mudou a regra para transporte de cavalos. Agora,
é exigida a GTA – Guia de Trânsito Animal para toda e qualquer finalidade de deslocamento dentro do Estado. Antes, era necessário apenas para trânsito interestadual.

A guia é importante porque contém o exame de sangue, que detecta as doenças. Em caso de identificação do mormo, por exemplo, é possível rastrear a movimentação de todos os equinos envolvidos e assim controlar a disseminação da bactéria.

A médica veterinária Rita Domingues, fiscal da Secretaria da Agricultura, diz que não foram confirmados novos focos de mormo, mas que há casos de animais que reagiram positivos ao teste de triagem, sendo necessário o laudo confirmatório. Seria uma contraprova para afirmar se os outros animais daquela propriedade são portadores da doença.

A veterinária explica que a fiscalização é feita no momento da emissão da GTA na Inspetoria Veterinária, quando o proprietário do animal deverá apresentar os exames obrigatórios para receber a guia, ou ainda em barreiras de trânsito ou entrada de eventos, como é feita na Expointer.

“Um exemplo que tem sido realizado com sucesso é o modelo utilizado pelos promotores da Cavalgada do Mar, onde os equinos inscritos e devidamente fiscalizados recebem uma pulseira-lacre, que facilita a visualização dos fiscais e dos demais participantes. Os que ingressam na cavalgada durante o percurso, estando sem a pulseira, são identificados, fiscalizados, e então recebem sua pulseira estando autorizados a seguir com a cavalgada”, destaca Rita.

Ela acredita que esse modelo de fiscalização dos participantes da Cavalgada do Mar deverá ser copiado em eventos da Semana Farroupilha, como os desfiles e durante as provas campeiras.

“A diferença é que a Expointer é realizada em um recinto fechado onde somente ingressam animais que apresentem os requisitos obrigatórios documentais, sendo que todos os animais são inspecionados na entrada. Diferente de um evento aberto, onde os participantes podem ingressar a qualquer momento durante o percurso. Por esta razão, a Seapa está em contato com os organizadores dos eventos relacionados à Semana Farroupilha, para elaborar em conjunto uma estratégia de fiscalização que seja efetiva e possível de ser realizada, frente ao grande número de participantes que estes eventos agregam”, afirma.

Rita reforça a ideia de que a fiscalização de eventos “não tem o intuito de impedir ou dificultar a realização dos mesmos, mas sim, o de oferecer segurança a todos os participantes e aos seus animais”, completa a veterinária.

Para o veterinário André Dalto, professor da Uniritter, o maior perigo está nos pequenos deslocamentos dos animais, que dificilmente passarão por inspeções. Ele acha também que o preço do exame pode ser um empecilho para um controle rigoroso. Custa em média R$ 200 por animal.

“Os eventos grandes podem ser fiscalizados com mais facilidade, em acordo com os organizadores, porque obviamente todos têm interesse em manter afastada esse doença; agora, um rodeio em que as pessoas vão a cavalo é mais difícil”, diz Dalto.

Para complicar, o Rio Grande do Sul não possui laboratório credenciado para realizar exame que detecta o mormo. O veterinário cadastrado na Inspetoria vai até o local, coleta o sangue e envia para um laboratório de Porto Alegre que, por sua vez, envia para um fora do Estado.

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

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Desfile Farroupilha de Livramento está confirmado até segunda ordem

Matéria do Jornal A Platéia reproduzida pela Rádio Fronteira Gaúcha .

Ainda resta a dúvida se o festejo será internacional ou não, mas, está confirmado que acontecerá, conforme o presidente da comissão de festividades tradicionalistas de Livramento

A menos de dois meses que antecedem o Desfile Farroupilha, a dúvida que ainda paira entre os tradicionalistas é se haverá ou não, o festejo devido às suspeitas de Mormo nos equinos. O que assustou tanto os gaúchos foi uma suposta ação que teria ocorrido em Rolante, em uma égua e potro, onde respectivamente, um teria morrido e outro sido sacrificado, sendo que ambos teriam passado por exames que, primeiro, deram positivo e depois, negativo.

Rui Rodrigues, presidente da comissão de festividades tradicionalistas de Livramento tem tranquilizado os representantes de Entidades. “O que aconteceu em verdade no Rio Grande do Sul foi numa propriedade que uma pessoa que anda muito em cavalos, rodeios, principalmente Paraná e Santa Catarina e teria acontecido esse evento lá. 

A partir da denúncia, começou uma especulação muito grande em que 95% da população não sabia o que significava e começou um clima de preocupação em todo o Estado com relação aos equinos e também quanto ao ápice do movimento tradicionalista e isso tem apavorado muito as pessoas, de uma forma chata, até porque, do contrário, não conhecemos nenhum evento no Rio Grande do Sul e as pessoas estão todas com medo. Estou em contato permanente com Porto Alegre não existe foco de nada”, observa Rui Rodrigues.
E com tudo isso, o desfile tradicionalista ocorre ou não?

“O desfile está mantido, até que, as autoridades proíbam, mas, para isso, precisamos que nos enviem um documento oficial falando sobre isso, por outro lado sabe-se que as pessoas que forem transportar equinos via caminhão, terão que tirar a Guia de Transporte Animal (GTA) e terão que provar que fizeram os exames do Mormo e da Anemia Infecciosa” é o que declara o presidente.
Quanto às pessoas, estão calmas?

“Então, nós estamos dizendo a todas as pessoas que participam do movimento que fiquem tranquilas, não se desesperem e continuem trabalhando, pois a Semana Farroupilha e o desfile estão mantidos”, observa Rui Rodrigues. O presidente, Rui, ainda salienta: “nós nos preocupamos sim, mas, acreditamos também que as pessoas que se envolvem no desfile, cuidam dos seus cavalos, vacinam e sabem da sanidade do seu cavalo. Não acreditamos que esse terror seja verdadeiro, pois já que não existem esses focos, estes são somente especulações. Oficialmente ninguém disse que o desfile estaria cancelado, nem mesmo o secretario de agricultura quando esteve aqui, não disse que estava proibido. Acontece que existem regras e tem que ser seguidas, pedindo a todos que cuidem de seus animais, estar bem atentos”, destaca.

Internacional ou não, afinal, como será o desfile?

Quando questionado sobre o desfile, o presidente da comissão de festividades tradicionalistas de Livramento, Rui Rodrigues, nem se quer, gaguejou ao afirmar a posição de Livramento. “Queremos que seja internacional!”, foi o que ele respondeu. Mas, antes de festejar a decisão é necessário saber que a Intendencia (Prefeitura) de Rivera ainda não retornou ao Movimento Tradicionalista Gaúcho sobre o tema.

“Da forma que era realizado, não dá, então, queremos que isso mude, caso haja essa mudança, teremos o Desfile Internacional, do contrário, será somente em Livramento. Estamos no aguardo da Intendencia de Rivera para uma reunião e debate do tema, que precisa ocorrer urgente, pois se não for internacional, não tem porque o galpão ser no Parque Internacional”,  salienta o presidente da comissão, Rui.

Fonte : 
http://www.aplateia.com.br/VisualizarNoticia/11927/cavalheiros-ja-podem-se-organizar-para-desfile-tradicionalista.aspx#.VbzTRyJccWY.facebook

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segunda-feira, 27 de julho de 2015

Festival Campo Afora abre inscrições - Santiago - RS



5º FESTIVAL CAMPO A FORA
Dia 11 de setembro de 2015
Santiago – RS



CAPÍTULO I – OBJETIVOS
Artigo 1º - O 5º Festival Campo a Fora, regulamentado por este instrumento, São seus objetivos:
a) Fomentar e incentivar a criatividade de compositores e intérpretes com letras e músicas ligadas à temática regionalista do Rio Grande do Sul;
b) Propiciar a revelação de novos talentos e facilitar a difusão de suas realizações artísticas;
c) Criar espaço para integração de artistas e pessoas ligadas à cultura musical sul rio-grandense;
d) Promover, através de atrações nativistas, tradicionalistas e culturais, a divulgação do município de Santiago;
e) Desenvolver na população em geral, o apreço pelas manifestações artísticas sul rio-grandenses;
CAPÍTULO II – ADMINISTRAÇÃO DO FESTIVAL
Art. 2º - A comissão é formada pelo piquete Campo a Fora;
Art. 3º- Compete à Comissão Organizadora do Festival Campo a Fora:
a) Contratar pessoal técnico a fim de atender à sua destinação específica para o desenvolvimento do evento;
b) Receber as inscrições para o festival; 
c) Fixar o preço do ingresso e outras taxas do evento;
CAPÍTULO III – INSCRIÇÕES
Art. 4º - Serão permitidas inscrições de qualquer compositor, desde que observadas as determinações do presente regulamento.
Art. 5º - O prazo para inscrições ao 5º Festival Campo a Fora se encerra no dia 20 de agosto de 2015, observando-se para tanto a data do envio pela internet.    
§ 1°: As inscrições deverão ser encaminhadas para o seguinte endereço:
  festivalcampoafora@gmail.com
Art. 6º - Não será cobrada nenhuma taxa de inscrição.
Art. 7º - O número de composições a serem inscritas será de até 05 (cinco), músicas. Poderão classificar-se no máximo 02 (duas) composições por autor, individual ou em parceria.
Art. 8º - As composições deverão ter caráter inédito, entendendo-se como tal os trabalhos que não tenham sido gravados, ou participado de difusão por qualquer sistema de áudio ou escuta pública, podendo ter participado de eventos deste gênero, desde que não premiadas.
Art. 9º - Após a inscrição de sua obra, o compositor fica condicionado a não divulgação pública da mesma até a data do evento, sob pena de desclassificação.
Art. 10º - Cada composição inscrita/concorrente deverá ser enviada com uma cópia em mp3, acompanhada de cópia digitada da letra (Word Office), além da Ficha de Inscrição devidamente preenchida.

Parágrafo primeiro: A qualidade da gravação não será avaliada na triagem com tanto rigor, dispensando assim o uso e algum gasto com estúdio, a comissão da triagem dará ênfase na gravação para a melodia e também como possivelmente a música será apresentada no dia do festival.
* Na gravação também não serão exigidos todos os instrumentos utilizados no dia da apresentação.
Art. 11º - O tempo de execução de composição não poderá exceder a 06 (seis) minutos.
Art. 12º - Serão permitidos, além de instrumentos musicais típicos do Rio Grande do Sul, todo e qualquer instrumento que o arranjador julgar necessário para melhor qualificação, desempenho e enriquecimento da obra classificada, sendo que o(s) autor (s) se responsabiliza(m) por sua introdução no palco.
Parágrafo único: A Comissão Organizadora não colocará qualquer instrumento musical no palco, exceto sonorização e iluminação profissional com equipe técnica.

CAPÍTULO IV – JULGAMENTO
Art. 13°: A comissão avaliadora será constituída por pessoas de comprovada capacidade técnica e de grande expressão no cenário da música e da cultura gaúcha, podendo haver eventuais substituições desses integrantes, a critério da Comissão Organizadora do festival.
PARÁGRAFO ÚNICO: Encerrada as inscrições, a Comissão Avaliadora, convidada pela Comissão Organizadora do 5º Campo a Fora, classificará 15 composições concorrentes.

CAPÍTULO V – DIA DO FESTIVAL
Art. 14º - O 5º Festival Campo a Fora será realizada no dia 11 de setembro de 2015 no CTG Coxilha de Ronda, Santiago-Rs, sendo que deverão subir ao palco as 15 composições concorrentes classificadas.

CAPÍTULO VI – APRESENTAÇÃO
Art. 15º - A relação das composições classificadas, data e ordem de apresentação no 5º Festival Campo a Fora, serão comunicados de forma individual aos seus autores nos dias 24 e 25 de agosto de 2015, bem como pelos meios de comunicação.
Art. 16º - As músicas concorrentes, somente poderão ser apresentadas por artistas trajando indumentária típica do Rio Grande do Sul.
Parágrafo único: Ficam proibidas as vestimentas e/ou adereços contendo caracteres publicitários e/ou de conotação política.
Art. 17º. Os conjuntos deverão ter no máximo 8 artistas intérpretes.
Art. 18º - Cada obra classificada deverá obedecer aos horários previamente estabelecidos para passagem de som e apresentação no palco, sob pena desclassificação.

CAPÍTULO VII – DA CLASSIFICAÇÃO E PREMIAÇÃO
Art. 19º O FESTIVAL CAMPO A FORA não oferece premiação em dinheiro, e sim uma ajuda de custo para cada música classificada no valor de R$500,00, pois visa à confraternização entre amigos, músicos, tradicionalistas e a população santiaguense, além de comemorar com música a semana farroupilha.

§ 1°: As composições vencedoras receberão premiação em troféu.
Art. 20º - Os destaques do 5º Festival Campo a Fora receberão a seguinte premiação:
PRIMEIRO LUGAR.
SEGUNDO LUGAR
TERCEIRO LUGAR
Melhor instrumentista
Melhor Intérprete
Melhor Letra
Melhor Melodia
Música mais popular
Parágrafo Único: A Música Mais Popular será eleita por votação do público através de aplausos, conforme o julgamento dos jurados.
CAPÍTULO VIII – DAS DISPOSIÇÕES FINAIS
Art. 21º -Os concorrentes inscritos autorizam automaticamente a gravação de seu trabalho, sendo a mesma ao vivo.
Parágrafo único: As músicas finalistas estarão incluídas no CD do 5º Festival Campo a Fora, gravados ao vivo durante o evento.
Art. 22º - As Comissões Organizadoras e Avaliadoras serão inteiramente responsáveis e soberanas em suas decisões sendo estas irrecorríveis.
Art. 23º - Quaisquer omissões ou dúvidas quanto à interpretação deste regulamento serão examinadas e resolvidas soberanamente pela Comissão Organizadora.

COMISSÃO JULGADORA

Rodrigo Bauer
Alex Silveira
Jaerson Martins
Joaquim Eguilhor
Nirion Machado

COMISSÃO ORGANIZADORA:
P.T. Campo a Fora
INFORMAÇÕES:

FELIPE MACHADO (55) 99514867-facebook - Felipe Machado de Mattos
Ou pelo E-mail festivalcampoafora@gmail.com

sexta-feira, 24 de julho de 2015

ACIL reúne associados e convidados para conhecer o novo shopping da Fronteira


A Associação Comercial e Industrial de Livramento-ACIL realizou na última quarta-feira, 22, a edição do mês de julho do projeto “Conta Quem Faz”, que lotou o reservado do restaurante Solar Dom Pedro, no centro da cidade, na reunião-almoço que contou com a palestra de diretores do shopping Melancia, empreendimento que está sendo construído na vizinha cidade de Rivera e que vem despertando o interesse e a curiosidade não apenas dos moradores da fronteira como, também, das demais cidades da região. A convite do presidente da entidade, Sergio Oliveira, o gerente geral do shopping Melancia, Ernesto Jara, e a diretora de marketing, Verónica Curbello, apresentaram a proposta e informaram detalhes sobre o empreendimento, previsto para ser inaugurado em setembro próximo.

Com área construída de 33 mil m² em espaço de 52 hectares no fim da avenida Sarandi, próximo ao estádio Atilio Paiva, em Rivera, o shopping Melancia é um investimento de US$ 60 milhões que contará com espaço para no mínimo 60 lojas das mais famosas marcas comerciais do Uruguai, Brasil e até de outros países. Segundo a diretora de marketing do empreendimento, o espaço contará apenas com lojas do modelo tradicional de comércio, ficando restrita a participação de lojas free shop apenas para as renomadas Neutral e La Riviera. “O empreendimento vai gerar de forma imediatamente cerca de mil novos empregos na fronteira”, comentou Verônica.

Sebastian Jara adiantou que 80% dos espaços disponíveis para a instalação de lojas no shopping já estão contratados. Os empresários interessados em ocupar um espaço no novo empreendimento podem procurar os diretores para negociar diretamente sua participação. A expectativa dos diretores é que o Melancia se torne uma grande atração de consumo e lazer na fronteira. Além dos espaços comerciais, o shopping vai oferecer também uma grande área de lazer, com praça de alimentação integrada por algumas mas mais reconhecidas marcas da gastronomia no Uruguai e play ground com brinquedos e outras atrações. Uma inovação será a disponibilidade de fraldário e sala de amamentação, além de uma área de estacionamento com 1.200 vagas. Futuramente, anexo ao shopping será construído também o novo terminal rodoviário de Rivera, com espaço para estacionamento de ônibus de linhas interurbana, urbana e turística.

O projeto “Conta Quem Faz” é uma iniciativa da Associação Comercial e Industrial de Livramento que tem como objetivo identificar e apresentar aos associados e comunidade em geral exemplos de empreendedorismo e iniciativas em favor do desenvolvimento econômico e social da Fronteira da Paz e da região. O presidente da ACIL, Sergio Oliveira, explicou que, mensalmente, um empreendedor, empresa ou entidade é convidada a apresentar sua história na reunião-almoço realizada como parte do projeto.

Na edição de quarta-feira, Sergio Oliveira também registrou a homenagem da ACIL ao empresário Fabrízzio Conti, proprietário do restaurante Solar Dom Pedro, pela proatividade e pelo trabalho que desenvolveu, juntamente com os demais organizadores, no almoço ao livre no Parque Internacional, no dia 18 de julho, para apresentar a culinária típica da fronteira ao famoso ‘chef’ italiano Carlo Petrini, criador e presidente do movimento gastronômico mundial denominado “Slow Food”. Na oportunidade, ainda, a Entidade formalizou homenagem a seu vice-presidente e vice-presidente regional da Federação das Associações Comerciais do Rio Grande do Sul-FEDERASUL, Victor Hugo Fialho, pela passagem, na mesma data, de seu 78º aniversário natalício.







Fonte ACIL.

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Mercado interno impulsiona crescimento no consumo de carne .

Apesar do aumento das exportações brasileiras de carne nos últimos anos, estimativas do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) apontam que o principal fator para o crescimento desse tipo de produção no Brasil será o mercado interno.



O consumo de carne de frango pelos brasileiros previsto para este ano será de 68,3% do total produzido no país, enquanto esses percentuais para bovina e suína serão de 84,8% e 85,4%. A previsão aponta que na safra de 2022/2023 o consumo interno não apresentará mudanças significativas, passando o consumo de frango para cerca de 59%, o de produtos de origem bovina para 82,7% e, de suína, 84%.

“Embora o Brasil seja, em geral, um grande exportador para vários desses produtos, o consumo interno é predominante no destino da produção. Continuaremos entre os principais exportadores e consumidores de carne do mundo nos próximos anos”, afirmou o coordenador de Planejamento Estratégico do Mapa, José Garcia Gasques.

A expectativa é que a produção nacional de carne de frango passe de 13,2 milhões de toneladas na safra atual para até 23,7 milhões de toneladas em dez anos, o que representa alta de 79,2%. No caso da bovina, deve passar de 8,4 milhões de toneladas para até 13,6 milhões de toneladas (61,5% de aumento), enquanto a suína pode aumentar de 3,3 milhões de toneladas para até 5,3 milhões de toneladas (+56,2%).



Fonte : Oestesul Representações

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Festival Gaúcho e Gastronômico de Arte e Tradição – FEGGART 2015 - Acontece neste final semana.



A TVCOM irá transmitir as apresentações artísticas da Edição de Ouro do Festival Gaúcho e Gastronômico de Arte e Tradição – FEGGART 2015. A partir desta sexta-feira, dia 24, até domingo, 26, serão 27 horas de danças e competição entre grupos tradicionalistas que poderão ser acompanhadas ao vivo. A transmissão será feita com exclusividade pelo site da emissora (www.tvcom.com.br).

O evento volta a ser realizado em Farroupilha depois de 19 anos como uma homenagem ao aniversário de 80 anos emancipação da cidade. O município sediou o antigo Festival Gaúcho de Arte e Tradição – Fegart, entre 1986 e 1996. A festa, que celebra tradições culturais do estado, passou a se realizar em Santa Cruz do Sul, sob o nome de Encontro de Artes e Tradição Gaúcha – Enart, em 1997.

Com uma nova formatação, diferentes atividades serão realizadas durante o Festival. A alegria do povo gaúcho será demonstrada por meio da dança, da poesia, da música e da preservação da cultura do Rio Grande do Sul, e agrega em sua programação uma grande mostra dos produtos do Rio Grande do Sul (Multifeira) e o Salão Gastronômico.

O presidente do FEGGART, Tiago Ilha, participou nesta segunda-feira, 20, do programa “Tudo Mais” com Regina Lima na TVCOM. Na oportunidade Tiago destacou as principais atividades que serão realizadas durante os três dias de Festival, bem como convidou toda a população gaúcha a acompanhar o Evento em Farroupilha.

Confira a programação que será transmitida ao vivo e agende-se:

Sexta-feira (24/07/2015) 20h

Abertura oficial FEGGART

 Sexta-feira (24/07/2015) a partir das 22h
CTG Potreiro Grande (Tramandaí)

CTG Carreteiros do Sul (Pelotas)
CTG João Sobrinho (Capão da Canoa)
GF Chaleira Preta (Ijuí)
CTG Sinuelo (Caxias do Sul)
CTG Ronda Charrua (Farroupilha)
União Gaúcha Simões Lopes Neto (Pelotas)
CTG Gaspar de Silveira Martins (Ajuricaba)

Sábado (25/07/2015) a partir das 8h
CTG Última Tropeada (Guaporé)
CTG Chaleira Preta (Gravataí)
Grupo Nativista Ibirapuitã (Alegrete)
CTG Heróis Farroupilhas (Caxias do Sul)
CTG Candeeiro Crioulo (Pelotas)
CTG Patrulha do Oeste (Uruguaiana)
CTG Laço da Amizade (Casca)
CTG Sentinela da Querência (Santa Maria)

Sábado (25/07/2015) a partir das 14h
CTG Rodeio da Querência (Frederico Westphalen)
CTG Herdeiros da Tradição (Caxias do Sul)
GAN Vaqueanos da Cultura (Soledade)
CTG Guapos do Itapuí (Campo Bom)
CTG Aldeia dos Anjos (Gravataí)
CTG Velha Cambona (Portão)
CTG Reminiscências (Montenegro)
CTG Aldeia Farroupilha (Farroupilha)
CTG Caminhos do Pampa (Porto Alegre)
CTG Estirpe Gaúcha (Guaporé)

Sábado (25/07/2015) a partir das 19h
DTG Leão da Serra (São Leopoldo)
CTG Campo dos Bugres (Caxias do Sul)
CTG Tiarayú (Porto Alegre)
DTG Lenço Colorado (Porto Alegre)
CTG Vaqueanos da Tradição (Porto Alegre)
CTG Trilha Serrana (Carlos Barbosa)
CTG Gildo de Freitas (Porto Alegre)

Domingo (26/07/2015) das 8h às 19h
Os grupos melhores classificados nas etapas de sexta e sábado se apresentam novamente no domingo, concorrendo ao título de campeão.

A Edição de Ouro do Festival Gaúcho e Gastronômico de Arte e Tradição (FEGGART) acontece de 24 a 26 de julho, no Parque Cinquentenário, em Farroupilha/RS. O Evento tem o patrocínio das Lojas Colombo, Crediare, Tramontina e DiCapri Hotel, e o apoio do MTG, 25ª Região Tradicionalista, Querência da Poesia Xucra, AM9 Produções, PDoze Feiras e Eventos, e realização da Prefeitura de Farroupilha, CTG Chilenas de Prata e demais entidades tradicionalistas de Farroupilha.

A TVCOM pode ser sintonizada no canal 36 da NET/UHF e pela internet no site tvcom.com.br.